Imbuída no mais elevado espírito de
recreação espiritual, saturada do mais puro ideal de sentimento democrático, é
que você, nova diretoria do Clube de Lavras, empunhou esta bandeira que há
longos anos tremula sobre este rincão, num brado afirmativo da educação social
de um povo, que sempre definiu a sociedade lavrense e que sempre se mostrou
como um lema inquebrantável, frente a todas as realizações cívicas, que fazem
de um povo heterogêneo uma unidade sã e compreensiva, numa metamorfose perfeita
para a homogeneidade de uma raça.
Ao empunhar este baluarte do espírito
social lavrense, você o fez, vislumbrando já promissores horizontes, onde a
amizade e a fraternidade se entrelaçam e se confundem no mais inigualável e
perfeito abraço de colaboração.
Ao iniciar a sua caminhada, frente à
sociedade desta terra, você demonstra em rasgados gestos de sinceridade, o todo
de confiança e compreensão, de liberalidade e esperança, que povoa o seu
espírito moço.
Como seus próprios gestos demonstram,
você compreende os anseios da mocidade alegre e buliçosa da “terra dos ipês e
das escolas”. Você conhece o espírito de igualdade e cultura, que levantou do
nada nesta velha Lavras, a idéia de uma sociedade recreativa e a liberdade de pensamentos,
que foi a pedra fundamental e o alicerce irredutível desta organização.
A educação social de um povo se traduz
através de suas associações e por intermédio das festividades que nelas tenham
lugar. E o Clube de Lavras é a sala de visitas lavrense, onde se
confraternizam, em são divertimento espiritual, as cultas e livres classes
desta “Atenas Mineira”.
Confiante no futuro grandioso desta
tradicional sociedade, em cuja frente você agora marcha, nova diretoria do
Clube de Lavras, é que eu deixo aqui, muito sinceramente, o meu ei...
O MEU EI PARA VOCÊ.
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