-Mérito-
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Escondido pelas muralhas indevassáveis
de uma modéstia sem par, você, anônimo cooperador deste ideal de lutas, liga à
corrente de nossa vontade mais um elo de força e de trabalho, que, unido à
inquebrantável cadeia desta realização, nos ajuda a arrostar a responsabilidade
deste empreendimento, pelas tortuosidades e incerteza de um presente árduo, até
à luminosa certeza de um porvir de glórias; glórias para Lavras, glórias para
Minas, glórias para o Brasil!
Existem anônimos que se cobrem com o
mando da covardia, embuçados na negra noite do despeito, para deste covil
ignóbil lançar as suas destrutivas críticas de incapazes para as lides da vida,
contra os empreendimentos de vulto, a que, suas garras e anátemas impotentes
não conseguem bloquear, pois a águia que singra os espaços da liberdade, ignora
os uivos servis dos batráquios imundos, que se arrastam no lodo da escravidão e
de incompetência.
Você, anônimo cooperador, é o lado
oposto desta página putrefata. Você se oculta no purpúreo manto da modéstia,
dentro da luminosidade refulgente da resignação, para, deste cume oferecer o
seu braço e o seu apoio de esclarecido amante do progresso de sua terra, aos
arrojados sonhos dos que trabalham por um futuro melhor.
Ao anônimo destrutor a nossa
indiferença. A você a nossa admiração.
Ao covarde deserdado de capacidade o
nosso desprezo. A você os nossos agradecimentos.
A sua modéstia altiva e nobre, jamais
será ferida pela indiscrição ou pela curiosidade.
O seu nome não foi feito para os
alardes da pompa fictícia, mas sim para o silêncio das realizações concretas.
Aqui vai, anônimo cooperador da
Cultura D’Oeste, para você, um título de benemérito desta empresa, gravado com
o cumprimento máximo, mais sincero e mais cordial de nossa terra. Com admiração
e agradecimento, aqui deixo o meu ei...
O MEU EI PARA VOCÊ.
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