quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

DR. PAULO MENICUCCI

 



- Mérito –



(Homenagem póstuma – Síntese Biográfica)

 

O dia amanhecera claro, com rajadas quentes de ventos outonais, somente algumas nuvens de um gris tristonho, toldavam a turquesa dos céus cobaltinos. A cidade acordara, como sempre, no rumor das lides cotidianas.

 Rompendo o éter, esparzindo-se pelos sendeiros deste rincão, um sol de níquel brunido, banhava as poeirentas ruas, de onde o sopre quente da brisa levantava em rendas de ouro, finíssimo pó. Tudo normal. Mais um dia de trabalhos, de atividades, de... mas.. que é isto?! Não, não pode ser! Não é possível! Um rumor, como que brotado com medo, corria de boca em boca, de coração em coração. Primeiro um ledo sussurro, murmurando com temor, que num crescendo e crescendo, culminou num grito de dor e desconsolo, como se se debruçasse sobre Lavras todas as iras da divindade, pesando como um véu de ébano, encharcado nas lágrimas de todos os sofrimentos. Era a fatídica manhã de 11 de fevereiro de 1946. Um apóstolo da medicina cerrava para sempre os olhos, em demanda de uma fulgurante eternidade. Morrera o Dr. Paulo Menicucci.

 Através das lágrimas que corriam em bagas de todos os olhares, o povo vislumbrou a sua imagem bondosa, que um dia antes, como que perscrutando a aproximação da morte, saíra de casa para assistir à sua derradeira missa e, logo após, percorrer de automóvel todos os recantos da cidade, como se quisesse fixar em sua retina e levar consigo para a eternidade, as últimas impressões desta terra que lhe foi cara. Sim, era dolorosa, dolorosa e verdadeira notícia; morrera o Dr. Paulo Menicucci.

  

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Dr. Paulo Menicucci... uma vida de lutas, devotada ao bem da humanidade.

 Seu berço de nascimento, na eterna Itália, terra da arte e da ciência, foi a cidade de Luca...

 ... 1º de outubro de 1885... um raio de luz, saturado de felicidades, iluminava os sorrisos de Pedro Menicucci e D. Victória Menicucci. O seu recebia mais um adorno. Um forte rebento nascera, nesse dia – Paulo Menicucci.

 Em 1891, em companhia de seus pais, segui para o Brasil, tendo chegado em Lavras no dia 29 de junho do mesmo ano. Aqui abriu pela primeira vez uma cartilha, aqui aprendeu suas primeiras letras, tendo como professor o Sr. Evaristo de Araújo. Logo após, encontrou em D. Carlota Kemper a mestra a quem amaria até a morte. No Caraça, fez o seu curso ginasial. Já apaixonado pelos livros, completou essa etapa com distinção. Levado pela sua extraordinária inteligência, superando os próprios compêndios que serviam de guia, lecionava já no Liceu de Petrópolis.

 O pendor pela medicina, marcara desde cedo o temperamento deste estudioso mancebo. Ingressou então na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde colou grau no dia 28 de dezembro de 1917. Como tema de sua tese, que valeu distinção e aplauso, Paulo Menicucci apresentou: “Estado Comatoso”. Estava iniciando o seu apostolado a favor da humanidade.

 Quando ainda estudante, absorvendo e burilando os próprios estudos, avançava além dos ensinamentos, praticando em suas férias a medicina, desde o início com vitórias e triunfos, mostrando já aos indigentes a grandeza do seu coração e o desprendimento do seu espírito.

 Em 1915 a varíola assolou o arraial de Macaia, e, este homem, Dr. Paulo Menicucci, combateu com denodo e destemerosamente o mal, levando a sua ciência e sabedora até aos lares mais pobres. Em 1918, enfrentou, embora doente, o surto da “espanhola”, atendendo dia após dia e noite trás noite, um cortejo imenso de doentes, para os quais a sua palavra era bênção. Por essa época, já a sua fama de cirurgião rompia fronteiras e repercutia por todos os rincões.

 Em 9 de fevereiro de 1925, teve a seu cargo um caso melindrosíssimo, profissional e espiritualmente: operar o próprio pai, cujo estado exigia uma intervenção perigosa. Cientificamente perfeita foi a sua cirurgia, mas a mão da fatalidade pôde mais...

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 O Dr. Paulo Menicucci era sócio da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, foi vice-presidente da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Sul de Minas, presidente da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Lavras – que por infelicidade teve muito curta duração – diretor da Escola de Enfermeiras da Filial da Cruz Vermelha, diretor do serviço médico da Santa Casa de Misericórdia, da qual foi também provedor. Participou com brilhantismo de diversos congressos, sendo a última vez em 1939, no Congresso Brasileiro-Americano de Cirurgia.

 O seu nome, como médico e cirurgião, rompeu serra e atravessou mares, repercutindo na velha Europa, em publicações de destaque e nos meios onde imperava a ciência. E este homem, este lutador, que se quisesse, teria a pompa prostrada a seus pés e todas as medalhas do merecimento pendentes de seu peito, professou com sabedoria de um gênio e trabalhou com a resignação de um santo, para o povo, sempre envolto no manto da simplicidade e escondido nas malhas da modéstia.

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 A noite é clara e morna... uma lua de alumínio polido sorri dos céus lançando fulgores diamantinos no espelho das águas e brincando nas verdes frondes da vegetação inquieta. Noite calma de um cinza ameno e morno... uma nuvem de pó... um luxuoso carro em disparada corta as silenciosas ruas da cidade, desce impetuosamente a rua Caetano Machado, parando em frente à modesta casa amarela, onde reside Paulo Menicucci. Salta alvoroçado um homem, corre à porta, comprime com desespero a campainha. – Doutor! Doutor!... Salve-a doutro!... E aquele homem, transfigurado pelo desespero, retorcendo as mãos, espera com ânsias que a sua única esperança apanhe às pressas um chapéu e um estojo de ferramentas e saia com ele. Volta em disparada o carro. Estaca defronte de um palacete, onde a cada canto uma lágrima desesperada, põe o seu gemido de dor... Mais uma vida arrancada das esquálidas mãos da morte... Rompe o dia, quando o soldado da medicina desce as escadas do palacete, deixando em lugar do pranto de desespero, lágrimas de bênção e de agradecimento... e caminha... caminha com a mesma calma e a mesma convicção de sempre. Já em seu gabinete se acotovelam sofredores em busca de alívio e o apóstolo vai agora estar com eles.

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  A noite é negra, negra e despovoada de estrelas. Um vento tempestuoso geme nas esquinas e açoita as palmeiras. Uma torrencial chuva, desce dos céus, maneando-se e ondulando-se aos silvos da tempestade. A enxurrada, rugindo, lava as esburacadas ruas da cidade. Tudo é treva. Somente de quando em vez, um raio corta os mantos do céu, ribombando na face da terra. U’a mulher esfarrapada, sem ao menos um abrigo para cobrir-se, caminha apressada com passo incerto, arrastando-se com o corpo gelado e misturando com as lágrimas da chuva as suas lágrimas de dor. Transpõe aquele portão simples da mesma casa amarela. Há em suas feições demarcadas, um selo de indelével sofrimento, as mãos trêmulas, o corpo encharcado, a respiração ofegante, bate ruidosamente à porta: - Por amor de Deus doutor!... Os mesmos passos compassados, a mesma feição cansada e bondosa. No desespero de mãe, roga a pobre maltrapilha mulher: - O meu filho, doutor!... Salve-o, doutor! Ajuda-me por Deus... Ele morre! De negro e surrado sobretudo, um velho chapéu cobrindo a cabeça, onde as neves do tempo já depositam o seu alvo manto, amparando com um guarda-chuva a pobre desgraçada, caminha o apóstolo. Urge salvar mais esta vida, que a traiçoeira morte tenta arrancar dos braços de u’a mãe em pranto... u’a mísera choupana pontilhada de goteiras, gemendo em cada canto uma tristeza, soluçando em cada canto um desamparo. Sobre uma velha e úmida esteira, onde um lampião oscilante lança uma luz morna de bronze, um pobre menino contorce-se na ansiedade de conservar a vida... e a mão do sábio, lutando noite a dentro, transforma em riso a dor e em esperança o sofrimento. Rompe a aurora. A chuva ainda cai, agora brandamente. Deixa a choupana do pobre o homem de todos os momentos, o sábio de todos os instantes e caminha... caminha calmamente. Em sua sala de trabalhos, espera-o já a multidão sofredora. E o médico dos ricos e médico dos pobres, cirurgião dos homens e das crianças, ídolo de todos e consolo dos lares aflitos, atravessa a vida, deixando em eu rasto uma réstia de luz – Caminho certo para uma eternidade feliz.

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  O Dr. Paulo Menicucci ingressou na política, por ocasião da campanha presidencial de Ruy Barbosa. Foi agente executivo do município de Lavras, tendo assinado durante a sua gestão, a lei que instituiu o curso rural, anexo ao Grupo Escolar Firmino Costa. Representou Lavras no congresso das municipalidades, realizado em Belo Horizonte e em 1923. Nesse mesmo ano foi eleito deputado a Assembléia Legislativa Estadual. Como político, revelou-se sempre com altivez de espírito e grandeza d’alma. Sereno e cordato, reto no cumprimento de suas missões e gigantesco na defesa dos direitos humanos – AMIGO DA LIBERDADE. Ao afastar-se da política, o se prestígio rompia fronteiras. Os seus dizeres de sábio faziam eco em todos os cantos do Brasil; entretanto, Paulo Menicucci, resolvera trocar a glória efêmera que lhe poderia advir dentre os homens, para atirar-se com denodo, a serviço da humanidade, empunhando um bisturi ou ministrando uma receita, dentro da carreira a que se consagrou.

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 Tarde quente do ano de 1924. Realiza-se a primeira sessão dos novos deputados na Assembléia Legislativa Estadual. Há um como encantamento. Casacas bem talhadas, peitilhos engomados, lapelas de seda e lustrosas cartolas. O luxo e o requinte se mostram no seu mais elevado grau. Há uma cadeira vazia... tarda a chegar um dos deputados. Vai ter início a sessão. Um murmúrio corre por toda a sala. Risos abafados, olhares de mofa. No seu terno simples de homem modesto, atada com descuido a gravata, o andar compassado e o semblante de despreocupação, penetra naquele recinto o deputado Paulo Menicucci. Toma assento. Inicia-se a sessão. Os homens que ali estão, enfarpelados em custosas roupas, parecem não se interessar pelas palavras do presidente. Todos os olhares se voltam para aquele homem simples, que dentro do seu terno surrado, põe atenção nos trabalhos. Os risos e sussurros continuam. O presidente está cansado de pedir silêncio. Chega a hora de ocupar a tribuna, o provinciano de modos simples: Paulo Menicucci. Fluente no emprego do verbo, inicia em baixa voz a sua oratória, para num crescendo tumultuoso, atingir o clímax da eloqüência. E a sua palavra sábia, reboa entre as quatro paredes do recinto. O silêncio é completo. Absorvidos pelas verdades daquela cristalina fonte de saber, os seus colegas de trabalho, parecem ter ímpetos de aplaudi-lo, antes mesmo que ele termine esse quadro de arte, pintado com palavras e iluminado com franquezas, entretanto, parecem amarrados; as mãos presas sobre os joelhos e os lábios colados, como se a mão do silêncio, querendo trazer-lhes arrependimento, depositasse sobre eles o selo da mudez. Com frases cantantes, como uma melodia e verdadeiras como a própria verdade, Paulo Menicucci se agiganta frente aos olhos estupefatos dos seus enfarpelados colegas. As suas palavras de aplauso, têm o calor da sinceridade e do merecimento, o seu verbo de ataque, fere como um chicote, vergastando na própria face a injustiça e a opressão, o servilismo e a infâmia. Cada frase que brota de seu orar magnífico, é uma bandeira impoluta que se levanta tremulando aos ventos da verdade e da liberdade. Termina as suas palavras. Um delírio invade o recinto. Brados de exclamação fazem eco nas paredes claras da câmara, os aplausos são intermináveis. Como que movidos por uma só vontade, levantam-se todos os deputados, para carregar nos braços o provinciano de roupa amarfanhada. O homem que entrara naquela sala, sob sussurros e risos de mofa pequeno na sua indumentária despretensiosa, ante os olhos do luxo efêmero, sai agora, carregado pela admiração e respeito que lhe votariam os seus colegas, durante toda a sua permanência na assembléia. Em mais esta fase da vida, vence ainda Paulo Menicucci.

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  Como cidadão progressista, o Dr. Paulo Menicucci, se mostrou, em todos os setores onde imperassem ideais nobres. Além de inspetor escolar, professor da Escola Normal, presidente de honra da Associação Odontológica de Lavras, diretor-presidente do Ginásio N. S. Aparecida, do qual foi um dos fundadores, foi ainda presidente de honra da Associação Olímpica de Lavras, classificada por ele mesmo como “O mais completo ideal de eugenia e cultura física em aliança com a cultura artística e espiritual, que completam o ideal dessa instituição.

 O Dr. Paulo Menicucci, estendia sempre o seu braço a tudo o que significasse progresso, a tudo o que traduzisse verdade e sinceridade.

 Lembro-me ainda de quando iniciei em Lavras, o movimento em prol do “Obelisco da Mocidade” e tendo procurado este homem, para que ele abrisse com a sua sábia palavra as páginas do livro de subscrições, ter ouvido dele essas palavras que me encheram de coragem:- “Quanto mais intensa é a luta, mais gloriosa é a vitória”. E, assim m foi Paulo Menicucci; entusiasta vibrante, que colocava sempre a sua palavra de apoio a favor do direito.

 Lavras, que foi para este gigante da ciência, o solo do seu coração, recebeu de suas mãos o todo de melhoramentos, que a sua fortuna, mínima em relação à sua atividade, edificou em prédios, erguidos pela confiança depositada no futuro de nossa terra.

 Dr. Paulo Menicucci, cidadão que soube honrar a terra em que viveu!

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 E foi como cidadão honrado e progressista, como profissional sábio e bondoso, como político justo e sincero, como pai de família exemplar e complacente, que Dr. Paulo Menicucci, marchou pelos caminhos da vida, semeando a bondade e colhendo simpatias, pregando a justiça e cultivando a verdade, praticando a caridade e batalhando pelo direito.

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  De todas as partes, até onde chegou a dolorosa notícia de sua morte, caravanas de agradecidos, que um dia foram salvos pelas suas sábias mãos; avalanches de admiradores-apologistas de sua nobre pessoa vieram acompanhar até o último berço, o corpo inerte daquele que lhes foi caro.

 As lágrimas derramadas, dos olhos duros dos trabalhadores, nas faces de mães aflitas, nos palácios e nas choupanas, traduziram bem o devotamento e o amor do povo, para com esse símbolo da lealdade e da nobreza.

 Os negros crepes que cobriam as janelas da Santa Casa, expressavam o pranto que se debruçava naquela instituição, onde por longos anos o seu bisturi certeiro, desgarrou das mãos da morte, centenas de vidas.

 Mais de cinco mil pessoas, em absoluto silêncio – símbolo da tristeza e do desamparo – seguiam aquele cortejo fúnebre até o campo santo – morada da matéria, berço de ilusões.

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  Um ano faz hoje que faleceu o grande Dr. Paulo Menicucci, um ano que a sua falta transformou em um século de saudades.

 De todas as esferas se faz sentir a comoção e a tristeza, que cobrem com seu pesado manto, as almas que o idolatravam.

 Como homenagem, a Associação Olímpica, publicou da autoria do Dr. Rezende Júnior a poesia:

 “Paulo Menicucci”

 

(In memorian)

 

Tombou na luta esse gigante

Da medicina e da caridade,

E angustiada, delirante,

Ante o seu corpo inanimado,

Chora a alma da cidade!

O próprio dia está chorando,

Lágrimas ingentes e sentidas,

Com a chuva que está tombando

Sobre as ruas ressequidas!

Religioso, sem ódios, sem vingança,

Num verdadeiro apostolado,

Era de todo enfermo uma esperança,

Um exemplo na terra a ser imitado!

Seu nome ficará vivendo em nossa história!

Lembrado a cada momento,

E esse é o seu maior monumento

De Glória!

Deus recebeu o seu espírito iluminado

Com cânticos lá na altura,

Pois aqui no mundo esse mestre amado

Só espalhou ventura!

Paulo Menicucci! Paulo Menicucci!

Que vazio na cidade!

Acompanham-te em ondas pelo espaço

Nossa gratidão eterna e uma eterna saudade!

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  E assim, cada um dentro do seu modo de expressar, pranteou e pranteia ainda, esse inesquecível morto, símbolo de uma época, pai de um ideal!

 Espírito luminoso e alma grande, coração magnânimo e pulso forte, Paulo Menicucci nos deixou uma jóia poética, onde toda a sua vida de resignado se mostra, envolta na mais vulnerável modéstia. Essa página brilhante de sua lira, bem poderia ser chamada: “Entre Alfa e ômega”, pois encerra toda uma existência:

 “Na vida procurei falsos luzeiros,

Nunca encontrei ventura verdadeira.

Titubeante anseio, buscava louco

A fortuna alcançar nessa carreira.”

 

“Quantas vezes, cansado de lutar,

Me recostava à sombra da mangueira

Do meu pomar eu pensava, pensava...

Como seria feliz... de que maneira.”

 

“Oh! Mísero que fui, como não via

Correr em borbotões a fonte pura

Do prazer, da ventura, da alegria”.

 

“Da verdadeira fé que sempre dura,

Na pureza sagrada de Maria

E, de Jesus, na paz da sepultura!”

 

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 Deixando aqui a minha homenagem, que também é da Rádio Cultura D’Oeste, eu quero dirigir à família do pranteado Paulo Menicucci, estas palavras:

 

A GRAVURA IMORTALIZA A MATÉRIA,

A OBRA IMORTALIZA O ESPÍRITO,

AS PALAVRAS, PELO SEU SENTIDO, SÃO

ETERNAS E ESTA UNIÃO SINTETIZA

A VIDA. VIVO ESTÁ POIS PAULO MENICUCCI!

 Dr. Paulo Menicucci! Gigante do direito, marco de um ideal, aqui fica, com o meu preito de saudades e a minha gratidão, do âmago do peito, do fundo do coração, o meu ei...

 

O MEU EI PARA VOCÊ.

 

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